Encontrei esse texto perdido no meu computador e não lembro por
que não postei. Lá vai:
Alguma coisa sempre morre em prol de outra que nasce.
Definitivamente escrever depois que a maré de pensamento passa é uma merda. Tenho certeza que escrevendo agora o que pensei ontem, não terá a mesma essência de que se eu houvesse escrito ontem.
Alguma coisa sempre morre em prol de outra que nasce.
Definitivamente escrever depois que a maré de pensamento passa é uma merda. Tenho certeza que escrevendo agora o que pensei ontem, não terá a mesma essência de que se eu houvesse escrito ontem.
Esperança
regenerada e o macróbio espírito sonhador.
Tirei a semana
para observar o ser humano. Um bixo louco, diferentes entre si, selvagens na
fornicação e inventam instintos inexistentes. O que sabemos fazer é inventar,
seguir o curso do rio não é interessante, buscar a individualidade não é o
suficiente e fazer o mal parece costumeiro. Há uma maldita preocupação com
estética que nos mantém cada vez mais estáticos, uma ocultação do “eu” tão
desnecessária quanto pintar as
unhas, uma supervalorização do "ter" que vai além dos muitos limites
da necessidade. É perturbador pensar no contrário, quero dizer, quem tem isso
não tem aquilo, e vice-versa. Ter dinheiro sem dignidade, ter dignidade sem
malandragem.
Quem nunca sentiu
vontade de pegar uma mochila e sair por aí? Não por estar tudo péssimo, mas
porque está bem demais.
Um beijo e boa noite, leitores.
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